[RESENHA] Esperarei Por Ti Toda A Vida de Megan Maxwell


Livro: Esperarei Por Ti Toda A Vida
(Te Esperaré toda mi vida)
Autor (a): Megan Maxwell
Número de Páginas: 346
Editora: Planeta/PT

Sinopse: O que aconteceria se uma mulher do século XXI viajasse no tempo para o século XVI?
Uma história de amor passada da Escócia medieval.
Montse e as amigas Julia e Juana são três espanholas que vivem em Londres e, para descansarem da vida stressante do dia-a-dia e ajudar Montse a superar a ruptura com o namorado traidor, decidem fazer uma viagem de raparigas a Edimburgo.
As terras mágicas escocesas surpreendem-nas muito mais do que esperavam e decidem alterar os planos definidos por outro muito mais tentador...
Mas aonde vão parar não têm creme de mãos nem cobertura de telemóvel, mas encontrarão um castelo, highlanders apaixonados e um amor eterno que nunca se apaga.

RESENHA por Luciana Corrêa da Silva.

Olá, como vão?

Hoje trago uma resenha de um livro que me encantou. Estou apaixonada pela Montse e pelo Declan e preciso agradecer à Megan pelo livro lindo que nos trouxe em uma época de tanta tristeza. Esperarei Por Ti Toda a Vida é uma publicação da Planeta em Portugal.

Todo mundo sabe que eu sou fã dessa autora e compro todos os livros que aparecem pela frente, mas essa história é única e inédita para uma leitora como eu, que nunca havia lido nada assim.

Montse (diminutivo de Montserrat) e suas duas amigas Julia e Juana são espanholas e vivem em Londres. Quando Montse participa de um campeonato de karaté elas acabam por ganhar uma viagem para a Escócia. É o prêmio ideal, pois Montse quer se ver livre do namorado chato e Julia e Juana querem aproveitar uns dias para descansar e curtir. O que Montse não contou é que ela sempre sonhou em visitar um tal castelo, com o qual sonha desde a infância e ela vai aproveitar essa oportunidade.

Assim que chegam a Edimburgo, as doidas estão preparadas para aproveitar ao máximo tudo o que a cidade oferece, mas quando a noite cai elas fazem uma viagem no tempo e vão parar no século XVI. Elas viverão a maior aventura que alguém pode sonhar, em meio às peripécias que terão de enfrentar, as três amigas descobrirão pessoas fantásticas e descobrirão também o amor.

Mas como é que elas vão fazer para viver este amor estando a séculos de distância de seu tempo e seus costumes? Elas sabem que terão de voltar, este dia fatídico está marcado desde o dia que a aventura começou...

As meninas são malucas e os diálogos são fantásticos, cheios de animação, de gírias e de muitas risadas, essa leitura foi um bálsamo para a minha vida, há tempos eu não curtia tanto uma história e também não ria tanto.

A autora nos presenteou com personagens maravilhosas, com cenários inesquecíveis e pitadelas de uma Escócia preciosa para quem já a conheceu. Eu adorei viajar com Montse e as meninas, amei suas risadas e seu modo peculiar de enfrentar os problemas da vida, que nem sempre são os mais fáceis.

Viajei pelas terras mágicas, pelos castelos e pelo modo medieval e encontrei satisfação e felicidade além do possível. Um Conde tentador além da conta e seus belos e engraçados guerreiros levam esta obra muito mais além. No começo somos apresentadas a um homem marcado pela vida e pela perda, mas que aprende a valorizar os presentes que a vida lhe dá.

Encantei-me pelo desenvolvimento deste bela história de amor, que li num instante e que lembrarei para sempre. As “chicas” malucas, risonhas, que ficam sem telefone, sem roupa íntima adequada, sem cremes e coca-cola... é diversão pura do começo ao fim. Mas as amigas aprendem que um amor eterno nunca morrerá.

Encante-se e dê muitas risadas com esse primor da Megan Maxwell e divirta-se além da vida.

Beijinhos e até a próxima ;)

– Mãe do céu... Mãe do céu... Exibiste-te na frente do homem dos teus sonhos – troçou Julia enquanto desemaranhava o cabelo.
– Homem dos meus sonhos? - protestou Montse mal-humorada e esticando a velha saia roxa que estava destruída. – Deves querer dizer o monstro dos meus pesadelos. Mas vocês viram que tipo mais bronco?
– Sim, filha – aquiesceu Juana. – O tipo é mesmo mal-encarado.

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